Nefrologia · Clínica Médica

Doença Renal Policística

Orientação e acompanhamento especializado para pacientes e familiares

A doença renal policística é uma condição genética que requer atenção e monitoramento contínuos. O acompanhamento médico é essencial para gerenciar os sintomas, prevenir complicações e preservar a função renal.

Prof. Dr. Tufik José Magalhães Geleilete

Acompanhamento especializado e experiência clínica

O Prof. Dr. Tufik José Magalhães Geleilete é médico formado em 1992, com residência em Clínica Médica e Nefrologia no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – USP. Concluiu Mestrado e Doutorado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP.

Atua no acompanhamento de pacientes com doença renal policística, oferecendo orientação sobre a condição, monitoramento da função renal e manejo das complicações.

É também Professor de Fisiologia Renal e Medicina Interna na UNAERP, com longa experiência no cuidado clínico e nefrológico.

Formação e registro

🎓

Graduação em Medicina — 1992

🏥

Residência em Clínica Médica e Nefrologia
Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – USP

📚

Mestrado e Doutorado
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP

🏫

Professor de Fisiologia Renal e Medicina Interna
UNAERP

📋

CRM-SP 76.539

O que é doença renal policística?

Definição

A doença renal policística (DRP) é uma condição genética caracterizada pela formação de múltiplos cistos nos rins. Esses cistos podem crescer e comprometer a função renal ao longo do tempo.

Tipos principais

Existem dois tipos principais: a DRP autossômica dominante (DRPAD), mais comum em adultos, e a DRP autossômica recessiva (DRPAR), mais rara e grave, geralmente diagnosticada na infância.

Por que merece atenção?

  • Pode levar à insuficiência renal crônica
  • Aumento do risco de hipertensão arterial
  • Formação de cálculos renais
  • Cistos em outros órgãos (fígado, pâncreas)
  • Aneurismas cerebrais (em alguns casos)

Sintomas e quando procurar avaliação

⚠️

Pode ser assintomática

Muitos pacientes não apresentam sintomas por anos, sendo a doença descoberta em exames de rotina.

💧

Sinais que podem aparecer

Dor lombar, sangue na urina, infecções urinárias de repetição, inchaço, hipertensão arterial e aumento do volume abdominal.

🩺

Quando buscar avaliação

Histórico familiar de DRP, alterações em exames de imagem (ultrassom) ou sintomas sugestivos exigem investigação médica.

🚨

Situações de maior risco

Dor intensa, febre, sangramento urinário abundante ou piora súbita da função renal merecem avaliação imediata.

Como é feito o acompanhamento?

Diagnóstico por imagem

O ultrassom renal é o método mais comum para diagnosticar a DRP, identificando a presença e o número de cistos. Tomografia e ressonância podem ser usadas para detalhes adicionais.

Exames laboratoriais

Monitoramento regular da função renal (creatinina, ureia), eletrólitos e análise de urina para detectar complicações como infecções ou sangramentos.

Controle da pressão arterial

A hipertensão é uma complicação comum e deve ser rigorosamente controlada para proteger os rins e reduzir riscos cardiovasculares.

Aconselhamento genético

Para famílias com histórico de DRP, o aconselhamento genético pode ser importante para entender os riscos de transmissão e o planejamento familiar.

Perguntas frequentes

A doença renal policística tem cura?

Não há cura para a doença renal policística, mas o tratamento visa controlar os sintomas, retardar a progressão da doença e prevenir complicações, melhorando a qualidade de vida.

A DRP é sempre hereditária?

Sim, a doença renal policística é uma condição genética. A forma autossômica dominante (DRPAD) é a mais comum e é transmitida de pais para filhos.

Todos os pacientes com DRP precisam de diálise ou transplante?

Não. Embora a DRP possa levar à insuficiência renal terminal, muitos pacientes conseguem manter a função renal por muitos anos com acompanhamento adequado. A necessidade de diálise ou transplante varia de caso a caso.

Cistos em outros órgãos são comuns?

Sim, é comum que pacientes com DRP desenvolvam cistos em outros órgãos, principalmente no fígado. Outros locais menos comuns incluem pâncreas e baço.

Qual a importância do controle da pressão arterial na DRP?

O controle rigoroso da pressão arterial é crucial na DRP, pois a hipertensão é uma complicação comum e um fator que acelera a progressão da doença renal.

Precisa de avaliação para doença renal policística?

Agende sua consulta e receba acompanhamento com atenção, clareza e experiência.

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